Lia de Freitas e Lu Alckmin dialogam sobre expansão do projeto Padarias Artesanais para o contexto do Ceará Sem Fome

Visando a troca de experiências em ações que proporcionaram mais segurança alimentar às pessoas em situação de vulnerabilidade social, a primeira-dama do Ceará, Lia de Freitas, reuniu-se, nesta sexta-feira (29), com a segunda-dama do Brasil, Lu Alckmin. Na ocasião, foram abordados os temas do Programa Ceará Sem Fome e também do Projeto Padarias Artesanais, sendo este segundo uma iniciativa idealizada e que foi presidida por Lu Alckmin em São Paulo, onde o projeto foi expandido para todo o estado.

A ideia por trás das padarias artesanais é levar para Brasília e expandir para todo os estados brasileiros, e consiste na capacitação de pessoas que se tornam agentes multiplicadores. O papel do poder público é também entregar aparato para que esse conhecimento seja posto em prática na fabricação dos alimentos.

“Estou muito feliz de estar aqui. Conheci, hoje, a Lia, essa mulher maravilhosa, que ama o próximo. Conversamos muito, apresentei o projeto das padarias artesanais e a convidei para, no dia 21 de novembro, participar da formatura de 100 multiplicadores em Brasília. E o meu sonho, assim que estiver firmado lá, é trazermos para todo o Brasil. Já combinei com a Lia que será em Fortaleza o próximo local a receber a padaria artesanal no Brasil”, revelou Lu Alckmin.

A primeira-dama do Ceará apresentou o Ceará Sem Fome e suas principais frentes. Ela destacou o funcionamento das cozinhas do programa, que atingiram a marca de 283 unidades em funcionamento nesta sexta-feira, com 27.531 refeições servidas nas cidades de Acopiara, Aracati, Brejo Santo, Caucaia, Crateús, Crato, Fortaleza, Iguatu, Independência, Ipaporanga, Irauçuba, Itaitinga, Itapipoca, Novo Oriente, Ocara, Pacatuba, Quixelô, Redenção e São Gonçalo do Amarante. Lia apresentou o olhar estruturante do programa, reforçando que a expansão das padarias artesanais no contexto do Ceará Sem Fome permitirá mais geração de emprego e renda para as pessoas que hoje estão inseridas no programa.

“Estou muito feliz de recebê-la e ouvi-la sobre experiências que realmente têm êxito no nosso país. É sobre o que podemos fazer pelas pessoas, ressignificar vidas. O nosso programa quer fazer isso: chegar com a ação imediata, mas no contraturno, trazer ações estruturantes, de qualificação, alfabetização, escolarização e, principalmente, geração de renda, autonomia e inclusão socioeconômica das pessoas”, finalizou.

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